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	<title>bgola &#187; purmamarca</title>
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		<title>10/01 e 11/01 Tilcara -&gt; Purmamarca</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 00:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Gola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confesso, me apaixonei por Tilcara. Uma cidade com menos de 10 mil habitantes, antigo povoado indígena enfiado no meio das montanhas. É montanha pra todo lado de todos os tamanhos e cores. Todas as casas são parecidas e da cor do chão: um marrom claro, terra seca e areia. Fizemos os dois passeios clássicos da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso, me apaixonei por Tilcara. Uma cidade com menos de 10 mil habitantes, antigo povoado indígena enfiado no meio das montanhas. É montanha pra todo lado de todos os tamanhos e cores.</p>
<p>Todas as casas são parecidas e da cor do chão: um marrom claro, terra seca e areia. Fizemos os dois passeios clássicos da cidade, mas sem guias: a Garganta do Diabo e Pukara (que no idioma indígena significa Fortaleza). </p>
<p>A Garganta do Diabo é um caminho que você faz entre as montanhas, num vale que parece ser o caminho de um rio. Nas fotos da pra ver como são os rios por aqui: pedras, mais pedras e um pouco de água correndo. São aberturas enormes que fazem você pensar no tamanho do rio que passou/passaria por ali.</p>
<p>Enfim, depois de subir 4km numa estrada/trilha de terra você chega no topo do vale que forma a Garganta. Lá de cima tem um caminho (ou vários caminhos) para descer para o vale e seguir por ele até uma queda d&#8217;água. O passeio todo vale muito a pena pelas enormes pedras, montanhas e cactos gigantes. No fim da até pra tomar um banho na cachoeira antes de encarar a volta.</p>
<p>Eu subi uma parte a pé com a Gabi tentando levar a bicicleta, mas descobri que seria muito difícil pois em alguns trechos tinha que escolher entre eu e a bicicleta já que era meio estreito. Voltei pedalando e peguei o carro para encontrar a Gabi la em cima (existe um caminho para carros para chegar no topo, são 8km de uma estrada de terra absurda beirando precipícios.</p>
<p>Depois do passeio pelo vale subimos a montanha de novo e fomos pegar o carro, duas argentinas nos pediram carona e falamos que tudo bem. Ao chegar perto do carro fui pegar a chave no bolso. Cadê?</p>
<p>Dois minutos de preocupação e resolvemos olhar o carro. Vidro aberto e chave no contato. Tudo intacto. Ainda bem que as argentinas estavam junto com a gente, porque senão eu teria tomado uma bela duma bronca =P</p>
<p>Deixamos as argentinas na cidade, deixamos o carro na pousada e fomos comer e beber algo, provei uma Tortilla de queijo feita por uma tia na rua com terra voando pra todo lado, muito boa. De noite resolvemos provar a carne de Lhama (comi uma Lhama à Parrilla). Vale a experiência, mas só. É uma carne de vaca mais dura e com menos sabor =P Bebemos também um bom vinho da região.</p>
<p>No dia 11 acordamos e fomos fazer o outro passeio,  conhecer a Pukara. Pagamos $10 (pesos argentinos) cada um para entrar, mas vale a pena. É uma cidade inteira que está de pé desde o século XIV. Cidade dos índios que habitavam as terras do noroeste da argentina e que foi tomada pelos Incas no século XV. As casas estão em sua grande maioria intactas, os jardins e currais, tudo em perfeito estado.</p>
<p>Saindo da Pukara deixamos Tilcara para trás e fomos almoçar e arrumar lugar pra dormir em Purmamarca, um vilarejo com 500 habitantes (e o dobro de turistas). É tão encantador quanto Tilcara. Muitas montanhas coloridas, como o Cerro de 7 colores. Ficamos num hostal-restaurante. Almoçamos e jantamos lá e conhecemos o primeiro brasileiro nessa viagem: Ricardo, que dizia ser meio brasileiro e meio Uruguaio pois mora na fronteira. Ele nos deu uma dica de lugar para visitar, eu esqueci o nome do lugar e de qualquer forma não teríamos tempo de ir, infelizmente.</p>
<p>Amanhã dia 12 partimos para a travessia do Passo de Jama para entrar no Chile.</p>
<p>Até!</p>
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