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	<title>bgola &#187; pt-br</title>
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		<title>Matemática da roda fixa</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 19:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Gola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A relação da sua roda fixa influência na hora do skid, não só na facilidade de parar a bicicleta mas também na vida do seu pneu traseiro. Existe uma famosa tabela que já passou por vários blogs e mostra os skid spots/skid patches para cada relação, mas como chegamos nesse número sem a tabela? Imagine [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_220" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><a href="http://blog.brunogola.com.br/wp-content/uploads/2010/06/pinhao.jpg"><img src="http://blog.brunogola.com.br/wp-content/uploads/2010/06/pinhao.jpg" alt="Pinhão" title="Pinhão" width="400" height="282" class="size-full wp-image-220" /></a><p class="wp-caption-text">foto: canna</p></div>
<p>A relação da sua roda fixa influência na hora do skid, não só na facilidade de parar a bicicleta mas também na vida do seu pneu traseiro. Existe uma <a target="_blank" href="http://fixedbr.files.wordpress.com/2008/12/skidspots.jpg">famosa tabela</a> que já passou por vários blogs e mostra os skid spots/skid patches para cada relação, mas como chegamos nesse número sem a tabela?</p>
<p>Imagine uma relação 44&#215;44 (ou seja, coroa de 44 dentes e pinhão de 44 dentes também), para simplificar podemos dizer que é uma relação 1:1 (ou um pra um). Numa relação 1:1 cada volta no pedal/coroa equivale a uma volta completa da roda traseira/pinhão, ou seja, o pneu acompanha o pedal, isso significa que você tem apenas um skid spot/patch. Da mesma forma com uma relação 4:1 (por exemplo 44&#215;11) o pinhão/pneu gira exatamente 4 vezes para cada volta completa da coroa/pedal, isso significa um skid spot/patch, pois por mais que o pneu não acompanhe o pedal, quando o pedal completa uma volta o pneu completa 4 voltas e estará na posição inicial/do começo do giro.</p>
<p>Tá, mas e para relações onde o pneu não da a volta completa a cada pedalada? Suponha agora a relação 44&#215;16. Para cada volta no pedal o pneu da 2.75 voltas (44 / 16 = 2.75). Para voltar à posição inicial do giro precisamos de quantas pedaladas? Vejamos: 2.75 é uma volta no pedal. Duas voltas no pedal significa 2.75 * 2 que é igual a 5.5 voltas, ainda não volta para a posição inicial. Três voltas no pedal = 2.75 * 3 = 8.25, nada ainda. Agora na próxima volta temos 2.75 * 4 = 11, ou seja, depois de quatro voltas/giros no pedal o pneu deu exatamente 11 voltas, isso significa que ele voltou pra posição que estava em relação ao pedal. Isso quer dizer que quando travamos o pedal o pneu pode estar em quatro pontos diferentes, ou seja, temos 4 skid spots/patches.</p>
<p>A matemática por trás disso tudo está na relação de &#8220;<em>primacidade</em>&#8221; entre o número de dentes da coroa e do pinhão. Se os números de dentes da coroa e do pinhão forem primos entre eles, ou seja, sem divisores comuns, o número de voltas necessárias no pedal para voltar à posição inicial do pneu em relação ao pedal é igual ao número de dentes do pinhão. Por isso no caso da relação 1:1 ou da relação 4:1 o número de skid patches é 1. Voltando para a relação 44&#215;16, os dois números podem ser divididos tanto por 2 quanto por 4, neste caso o jeito é achar o máximo divisor comum dos números e dividir o número de dentes do pinhão pelo MDC, chegando assim no número de skid patches. O MDC de 44 e 16 é 4, 16/4 = 4, portanto, 4 skid patches. Outro jeito de visualizar isso é simplificar a relação: 44:16 = 2.75, se dividirmos os dois números por 2 temos 22:8. Mais uma vez dividindo por 2 temos 11:4, 11 é primo, portanto não podemos mais simplificar a relação, então chegamos no número 4 mais uma vez.</p>
<p>Alguns exemplos para terminar: </p>
<ul>
<li>46&#215;18: simplificamos para 23&#215;9 (dividindo a relação por 2), como 23 é primo, o número de skid patches é 9.</li>
<li>53&#215;20: 53 é primo, portanto temos 20 skid patches.</li>
<li>50&#215;20: simplificando /2 -> 25&#215;10 /5 -> 5&#215;2, ou seja, 2 skid patches.</li>
<li>48&#215;17: 17 é primo, portanto temos 17 skid patches.</li>
</ul>
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		<title>17/01 e 18/01 &#8211; Passo de Sico e San Antonio de Los Cobres</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 21:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Gola</dc:creator>
				<category><![CDATA[atacama]]></category>
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		<description><![CDATA[Na noite do dia 16/01 eu fui acessar a internet no albergue com meu netbook e sentei na mesma mesa que um cara cabeludo. Puxei papo com ele e ele me contou que era da California, tinha acabado de chegar da Bolívia, onde tinha feito o passeio de 3 dias de 4&#215;4 pelo salar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na noite do dia 16/01 eu fui acessar a internet no albergue com meu netbook e sentei na mesma mesa que um cara cabeludo. Puxei papo com ele e ele me contou que era da California, tinha acabado de chegar da Bolívia, onde tinha feito o passeio de 3 dias de 4&#215;4 pelo salar de Uyuni. Assustado com os preços salgados (&#8230;) de San Pedro ele queria sair dali o mais rápido possível para economizar e continuar viajando por mais tempo. O problema é que o próximo ônibus pra Salta com vaga sairia em 1 semana, ou seja, seriam 6 dias gastando bastante.</p>
<p>Nós pretendíamos seguir para San Antonio de Los Cobres na Argentina, atravessando o Passo de Sico. As informações sobre o passo eram poucas e antigas. Eu estava meio receoso, mas perguntei para as pessoas em San Pedro e todos disseram que o caminho estava aberto e bem transitável.</p>
<p>Falei pro <a href="http://www.travelblog.org/Bloggers/Jah/">Jeff</a> que ele poderia seguir com a gente até San Antonio se quisesse e de la seria mais fácil (e barato) pegar um ônibus para Salta. O único problema era o espaço no carro (além de carregarmos duas bicicletas e malas, o cara tinha uns 2 metros de altura).  Ele falou que pensaria no assunto e se topasse acordaria cedo no dia seguinte para tentar entrar no carro. </p>
<p>Sete da manhã do dia 17/01 e o Jeff já estava na recepção do albergue nos esperando, colocamos a mala dele no carro e enfiamos ele la dentro, tudo certo!</p>
<p>Passamos pela imigração (depois de uma fila chata, enorme e demorada) e seguimos para o Passo de Sico. Foram aproximadamente sete horas em uma estrada e uns 5 carros no total hehehe. Estrada deserta, de terra/cascalho/ripio. No total foram 450km sem posto de abastecimento ou qualquer estrutura. </p>
<p>A estrada mereceria um post à parte. É maravilhosa, com salares, lagos, montanhas e o nada. O desertão. </p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/brunogola/4460842573/"><img alt="salar no passo de sico" src="http://farm5.static.flickr.com/4043/4460842573_b63c746c47.jpg" title="salar no passo de sico" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">salar no passo de sico</p></div>
<p>O passo de montanha fica próximo dos 4500m de altitude, o ponto mais alto da viagem. Um retão pra todos os lados que você olha, lindo!</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/brunogola/4461631584/"><img alt="passo de montanha" src="http://farm5.static.flickr.com/4071/4461631584_2e33457bfd.jpg" title="passo de montanha" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">passo de montanha</p></div>
<p>No passo de fronteira, do lado chileno, a saída foi tranqüila, apenas olharam os documentos do carro. Já pra entrar na argentina os caras olharam feio pro meu R.G., dizendo que era antigo e etc. Nós a 200km de qualquer cidade e os caras queriam implicar com meu R.G&#8230;</p>
<p>Depois de uns 20 minutos de perguntas entramos sem problema, estávamos de volta à Argentina. </p>
<p>Mais 200km de nada, apenas paisagens incríveis e buracos na estrada e chegamos à San Antonio de Los Cobres. Cidadezinha pequena que está a mais de 3000 metros de altitude. Achamos um único albergue na cidade e ficamos por lá. Em San Antonio não tem muito o que fazer, então fomos comer uma pizza, a primeira da viagem. Foi horrível hehehe. Pizza só em São Paulo. Depois da pizza só nos restava voltar pro albergue e dormir&#8230; </p>
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		<title>12/01 &#8211; 17/01 San Pedro de Atacama</title>
		<link>http://blog.brunogola.com.br/2010/02/12-17-san-pedro-de-atacama/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 02:32:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Gola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante a viagem é difícil manter os posts diários enquanto fazemos diversos passeios e chegamos exaustos querendo apenas comer, tomar banho e dormir. Resolvi fazer posts resumindo a viagem. Começando com um post sobre San Pedro de Atacama, um sobre o Passo de Sico e depois sobre Cafayate. Talvez escreva outro(s) mais específicos, por exemplo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a viagem é difícil manter os posts diários enquanto fazemos diversos passeios e chegamos exaustos querendo apenas comer, tomar banho e dormir.</p>
<p>Resolvi fazer posts resumindo a viagem. Começando com um post sobre San Pedro de Atacama, um sobre o Passo de Sico e depois sobre Cafayate. Talvez escreva outro(s) mais específicos, por exemplo pretendo escrever um sobre bicicletas nas cidades que visitamos.</p>
<p>Para começar atualizei o mapa do roteiro, agora esta certinho dia por dia com o que aconteceu de fato:</p>
<p><iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hq=&amp;hnear=R.+Cristiano+Viana,+365+-+Jardim+Paulista,+S%C3%A3o+Paulo+-+SP,+05411-000,+Brazil&amp;t=h&amp;msa=0&amp;msid=106152877220158557145.00047b30c630b2abe5148&amp;ll=-27.905002,-57.8441&amp;spn=10.004517,21.97484&amp;output=embed"></iframe><br /><small>View <a href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hq=&amp;t=h&amp;msa=0&amp;msid=106152877220158557145.00047b30c630b2abe5148&amp;ll=-27.905002,-57.8441&amp;spn=10.004517,21.97484&amp;source=embed" style="color:#0000FF;text-align:left">São Paulo -> San Pedro de Atacama</a> in a larger map</small></p>
<h2>San Pedro de Atacama</h2>
<p>San Pedro foi a cidade onde ficamos mais tempo, foram 5 dias/6 noites (chegamos 12/01 e partimos 17/01).</p>
<p><strong>12/01 &#8211; Terça -</strong> Fomos procurar agências de turismo na cidade para fechar os passeios, a ideia era fechar todos em uma só pra conseguir algum desconto. Por indicação do Edgardo da operadora Atacama Mística, que só faz passeios para a <em>bolivia, bolivia, bolivia, bolivia, che, bolivia</em>, fomos até a Grado Diez onde fechamos o pacote de dois dias com todos os passeios clássicos, dois por dia. A diferença da Grado Diez é que no lugar de usar uma van nos passeios eles usam um caminhão 4&#215;4. O caminhão tem uma chapa onde eles preparam o café da manhã ou o almoço, é muito bacana =)</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/brunogola/4383065773/"><img alt="caminhão da grado diez e o almoço servido" src="http://farm3.static.flickr.com/2785/4383065773_bd5e4e7a59.jpg" title="almoço na mesa" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">caminhão da grado diez e o almoço servido</p></div>
<p><strong>13/01 &#8211; Quarta -</strong> Tiramos o dia de folga. Ficamos no hostal, demos uma volta por San Pedro, saímos para identificar estrelas com o <em>Stellarium</em>, enfim, férias. Fomos também procurar um novo hostal/hostel para ficar, já que no Puritama só tínhamos a vaga garantida até as 10h00 do dia 14/01. Achamos o Hostelling International e pegamos um quarto duplo.</p>
<p><strong>14/01 &#8211; Quinta -</strong> Acordamos cedo, arrumamos as malas para liberar o quarto e fomos direto pra porta da agência. No primeiro passeio fomos ao Salar de Atacama e às Lagunas Altiplanicas onde no fim os guias fizeram um ótimo almoço ali no pé dos vulcões e do lado das Lagunas. Voltamos para San Pedro e tivemos um intervalo de uma hora +- para levar as malas do Puritama pro HI, daí ja era hora de ir pra porta da agência de novo. Fomos para a Laguna Cejas, lagoas no meio do salar, de água muito salgada, onde você não consegue afundar, divertido! =)</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/brunogola/4383069109/"><img alt="almoço num lugar chato..." src="http://farm3.static.flickr.com/2746/4383069109_5f03a5e89b.jpg" title="almoço num lugar chato..." width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">almoço num lugar chato...</p></div>
<p>Melhor ainda foi o &#8220;cocktail&#8221; que rolou depois de nadarmos no sal. Pisco Sour, azeitona, queijo e um por-do-sol maravilhoso!</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/brunogola/4383874882/"><img alt="saúde!" src="http://farm5.static.flickr.com/4005/4383874882_ac97d3bcff.jpg" title="saúde!" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">saúde!</p></div>
<p><strong>15/01 &#8211; Sexta -</strong> Mais passeios, acordamos às 04h30 pro passeio mais famoso do deserto: Geysers el Tatio. O lugar é incrível, mas o melhor da manhã é, depois de sofrer com o frio de -8ºC poder nadar na piscina aquecida natural. Difícil é sair da água =P. Depois dos Geysers visitamos o vilarejo chamado Machuca (onde comi mais uma vez carne de Lhama, dessa vez um excelente espetinho =))</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/brunogola/4383092481/"><img alt="geysers" src="http://farm5.static.flickr.com/4008/4383092481_0c309c1bdb.jpg" title="geysers" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">geysers</p></div>
<p>À tarde foi a vez do Valle de La Muerte e do por-do-sol no Valle de La Luna. O Valle de La Muerte é estranho, uma paisagem completamente diferente de tudo. Dunas e pedras e montanhas e nada de vida (tudo muerto, tudumpá). Vale destacar a descida das dunas correndo! Muito massa! Pena que não tem umas dunas aqui perto hehe =)</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/brunogola/4383862572/"><img alt="dunas!!" src="http://farm3.static.flickr.com/2766/4383862572_f2c0edefdf.jpg" title="dunas!!" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">dunas!!</p></div>
<p>Depois seguimos para o Valle de La Luna, também completamente diferente de tudo que estava acostumado. Lá fizemos uma caminhada até o topo de uma das dunas para ver ter uma vista privilegiada do por-do-sol. A dica do nosso guida era observar a cordilheira dos andes, que estava arás de nós, e assim ver a mudança de cores causada pelo por-do-sol. É lindo!</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><a href="http://www.flickr.com/photos/brunogola/4383890160/"><img alt="cordilheira dos andes vista do valle de la luna" src="http://farm5.static.flickr.com/4035/4383890160_8c8d48af74.jpg" title="cordilheira dos andes vista do valle de la luna" width="375" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">cordilheira dos andes vista do valle de la luna</p></div>
<p><strong>16/01 &#8211; Sábado -</strong> Dia de mudar de hostel (já que no HI ficamos sem água/água quente nas duas vezes). Visitamos o museu de San Pedro de Atacama, vale muito a visita, especialmente se você visitar antes o museu de arqueologia de Salta! Apenas descansamos já que no domingo era dia de atravessar os Andes de volta, e dessa vez pelo Passo de Sico, estrada desconhecida e não pavimentada =)</p>
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		<title>11/01 Passo de Jama (Purmamarca -&gt; San Pedro)</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 00:35:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Gola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rodamos aproximadamente 450km. Saímos de Purmamarca cedo, por volta das 08 da manhã. Pegamos a ruta 52 que passa por Purmamarca e leva até o Passo de Jama, fronteira mais ao norte entre Argentina e Chile. A estrada é muito boa, mas cheia de curvas e, pra variar, pista simples. Estávamos a uns 1.600/1.800 metros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rodamos aproximadamente 450km. Saímos de Purmamarca cedo, por volta das 08 da manhã. Pegamos a ruta 52 que passa por Purmamarca e leva até o Passo de Jama, fronteira mais ao norte entre Argentina e Chile. A estrada é muito boa, mas cheia de curvas e, pra variar, pista simples. Estávamos a uns 1.600/1.800 metros de altitude e a estrada chegou rapidamente a mais de 4100m e até aí nada de sentir a famosa Puna ou os efeitos da altitude. </p>
<p>Depois disso começa uma grande descida e chegamos a trechos de retas longas mas com uma paisagem maravilhosa: montanhas pra todos os lados e do nada aparecem salares e lagos. Um deles foi o Salar Grande Salinas (das fotos do post anterior). A estrada atravessa dois salares gigantescos, em um deles até paramos para pedalar. Também vimos muitas Lhamas e Vicuñas no caminho =D</p>
<p>Depois do salar e da região plana continuamos seguindo, a estrada volta a subir. Chegamos a Susques (última cidade argentina antes da fronteira) com muita fome, paramos pra almoçar. Susques é um pequeno povoado na beira da estrada, nossa intenção era comer qualquer coisa, abastecer e partir. Paramos num &#8220;Comedor&#8221; que tinha até plaquinha de Internet (no meio do nada). Entramos e não tinha ninguém, batemos palmas, chamamos e nada. Quando vi, veio um homem perguntando o que queríamos. Respondemos que queríamos almoçar e ele disse que não tinha muita coisa pra oferecer, mas iria dar uma olhada no que poderia fazer. Voltou dizendo que poderia fazer dois bifes com ovos e arroz, nada mais perfeito =D</p>
<p>Enquanto esperavamos o almoço entrou um outro homem no restaurante, parecia um &#8220;local&#8221;. Ele nos encarou e perguntou se falávamos francês (em francês, claro). Respondemos que não, que eramos do Brasil, ele disse: &#8220;Ah!! Romário. Sou de Susques mas gosto do Michael Jackson&#8221; e do nada começou a cantarolar e dançar (muito bem) &#8220;Smooth Criminal&#8221; do MJ. Bizarro foi pouco. No fim se despediu em francês e nos chamando de amigos&#8230; </p>
<p>Enfim, comemos nossos bifes e partimos. A estrada continuou subindo até os 4.320m. Nesse momento a Gabi ficou muito cansada e eu com muita dor de cabeça, provavelmente por causa da altitude. Atravessamos a fronteira sem maiores problemas, no caminho ainda na Argentina conhecemos uns brasileiros que também estavam de carro vindo de Curitiba. </p>
<p>Depois da fronteira, já no Chile, a paisagem começa a mudar muito e pegamos uma região enorme e plana (o altiplano), retas e retas maravilhosas. Cada montanha de uma cor diferente, a vegetação muda, os cactos desaparecem, o céu é de um azul lindo. Imagens que a câmera não captou. É tudo muito bonito, mas eu queria atravessar essa região logo pois estávamos a mais de 4.000 metros de altitude e sofrendo com a dor de cabeça. O Altiplano se estende por uns 100km e nesses km começamos a enxergar o deserto. Quilômetros e quilômetros da mesma coisa: pedras e montanhas cinzas. Depois montanhas e montanhas de areia. E assim vai até chegar em San Pedro, com o Vulcão Licancabur do nosso lado por uns 60km.</p>
<p>Chegamos em San Pedro de Atacama por volta das 20h, mas ficamos mais de uma hora na burocracia da aduana. Procuramos algum lugar pra ficar e achamos o Puritama Hostal, na rua Caracoles, a principal da cidade. A rua é fechada para carros.</p>
<p>Amanhã devemos procurar pacotes de passeios. Começam agora as férias das férias =D</p>
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		<title>Salar no meio da estrada</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 01:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Gola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fizemos a estrada mais bonita que já vi: o Passo de Jama, fronteira entre Argentina e Chile. Um pouquinho do que vimos: o salar Grandes Salinas,. Entre uma montanha e outra de repente você vê uma poça branca imensa lá em baixo, minutos depois você vê o branco no horizonte. A estrada passa no meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fizemos a estrada mais bonita que já vi: o Passo de Jama, fronteira entre Argentina e Chile. Um pouquinho do que vimos: o salar Grandes Salinas,.</p>
<p>Entre uma montanha e outra de repente você vê uma poça branca imensa lá em baixo, minutos depois você vê o branco no horizonte.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/brunogola/4272333307/"><img alt="Salar no horizonte" src="http://farm3.static.flickr.com/2722/4272333307_52acda6509.jpg" title="Salar" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Salar no horizonte</p></div>
<p>A estrada passa no meio do salar e tem um lugar para parar o carro (ou até entrar com o carro no salar). Estacionamos na beira da estrada, pegamos as dahons no porta-malas e pedalamos no sal.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/brunogola/4273050158/"><img alt="Gabi pedalando no Salar" src="http://farm3.static.flickr.com/2784/4273050158_357a1421b5.jpg" title="Salar" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Gabi pedalando no Salar</p></div>
<p>Mais fotos no meu <a href="http://www.flickr.com/brunogola">flickr</a>.</p>
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		<title>10/01 e 11/01 Tilcara -&gt; Purmamarca</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 00:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Gola</dc:creator>
				<category><![CDATA[atacama]]></category>
		<category><![CDATA[pt-br]]></category>
		<category><![CDATA[garganta do diabo]]></category>
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		<description><![CDATA[Confesso, me apaixonei por Tilcara. Uma cidade com menos de 10 mil habitantes, antigo povoado indígena enfiado no meio das montanhas. É montanha pra todo lado de todos os tamanhos e cores. Todas as casas são parecidas e da cor do chão: um marrom claro, terra seca e areia. Fizemos os dois passeios clássicos da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso, me apaixonei por Tilcara. Uma cidade com menos de 10 mil habitantes, antigo povoado indígena enfiado no meio das montanhas. É montanha pra todo lado de todos os tamanhos e cores.</p>
<p>Todas as casas são parecidas e da cor do chão: um marrom claro, terra seca e areia. Fizemos os dois passeios clássicos da cidade, mas sem guias: a Garganta do Diabo e Pukara (que no idioma indígena significa Fortaleza). </p>
<p>A Garganta do Diabo é um caminho que você faz entre as montanhas, num vale que parece ser o caminho de um rio. Nas fotos da pra ver como são os rios por aqui: pedras, mais pedras e um pouco de água correndo. São aberturas enormes que fazem você pensar no tamanho do rio que passou/passaria por ali.</p>
<p>Enfim, depois de subir 4km numa estrada/trilha de terra você chega no topo do vale que forma a Garganta. Lá de cima tem um caminho (ou vários caminhos) para descer para o vale e seguir por ele até uma queda d&#8217;água. O passeio todo vale muito a pena pelas enormes pedras, montanhas e cactos gigantes. No fim da até pra tomar um banho na cachoeira antes de encarar a volta.</p>
<p>Eu subi uma parte a pé com a Gabi tentando levar a bicicleta, mas descobri que seria muito difícil pois em alguns trechos tinha que escolher entre eu e a bicicleta já que era meio estreito. Voltei pedalando e peguei o carro para encontrar a Gabi la em cima (existe um caminho para carros para chegar no topo, são 8km de uma estrada de terra absurda beirando precipícios.</p>
<p>Depois do passeio pelo vale subimos a montanha de novo e fomos pegar o carro, duas argentinas nos pediram carona e falamos que tudo bem. Ao chegar perto do carro fui pegar a chave no bolso. Cadê?</p>
<p>Dois minutos de preocupação e resolvemos olhar o carro. Vidro aberto e chave no contato. Tudo intacto. Ainda bem que as argentinas estavam junto com a gente, porque senão eu teria tomado uma bela duma bronca =P</p>
<p>Deixamos as argentinas na cidade, deixamos o carro na pousada e fomos comer e beber algo, provei uma Tortilla de queijo feita por uma tia na rua com terra voando pra todo lado, muito boa. De noite resolvemos provar a carne de Lhama (comi uma Lhama à Parrilla). Vale a experiência, mas só. É uma carne de vaca mais dura e com menos sabor =P Bebemos também um bom vinho da região.</p>
<p>No dia 11 acordamos e fomos fazer o outro passeio,  conhecer a Pukara. Pagamos $10 (pesos argentinos) cada um para entrar, mas vale a pena. É uma cidade inteira que está de pé desde o século XIV. Cidade dos índios que habitavam as terras do noroeste da argentina e que foi tomada pelos Incas no século XV. As casas estão em sua grande maioria intactas, os jardins e currais, tudo em perfeito estado.</p>
<p>Saindo da Pukara deixamos Tilcara para trás e fomos almoçar e arrumar lugar pra dormir em Purmamarca, um vilarejo com 500 habitantes (e o dobro de turistas). É tão encantador quanto Tilcara. Muitas montanhas coloridas, como o Cerro de 7 colores. Ficamos num hostal-restaurante. Almoçamos e jantamos lá e conhecemos o primeiro brasileiro nessa viagem: Ricardo, que dizia ser meio brasileiro e meio Uruguaio pois mora na fronteira. Ele nos deu uma dica de lugar para visitar, eu esqueci o nome do lugar e de qualquer forma não teríamos tempo de ir, infelizmente.</p>
<p>Amanhã dia 12 partimos para a travessia do Passo de Jama para entrar no Chile.</p>
<p>Até!</p>
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		<title>09/01 Salta -&gt; Tilcara</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 05:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Gola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O dia mais bonito (por enquanto =D). Acordamos cedo, dei uma volta de bicicleta por Salta e depois seguimos pela Ruta 9 até a província de Jujuy. A estrada é muito bonita e um tanto perigosa, não passam dois carros ao mesmo tempo, portanto se você cruzar com alguém na estrada deve sair com uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O dia mais bonito (por enquanto =D). Acordamos cedo, dei uma volta de bicicleta por Salta e depois seguimos pela Ruta 9 até a província de Jujuy. A estrada é muito bonita e um tanto perigosa, não passam dois carros ao mesmo tempo, portanto se você cruzar com alguém na estrada deve sair com uma das rodas para o &#8220;acostamento&#8221;, que muitas vezes não existe e é substituído por um precipício =D</p>
<p>Mas vale muito a pena fazer essa estrada. Muitas montanhas gigantes e muito verde. Paramos para tirar fotos algumas vezes.</p>
<p>Depois dessa estrada chegamos a San Salvador de Jujuy mas passamos reto, pegamos a Ruta 9 mais uma vez, agora sentido Tilcara e Humahuaca. A estrada segue tranqüila nesse trecho, com faixas largas e boa sinalização. São 80km entre S.S. de Jujuy e Tilcara, mas os últimos são os mais belos. De repente aparecem um ou outro cacto, a vegetação (verde) das montanhas vai sendo substituída pelo cinza/marrom/terra das montanhas dessa região mais seca e mais alta (saímos de 1200 em Salta para 1400 em Jujuy e agora 2600+- em Tilcara).</p>
<p>Quando você menos espera esta cercado por montanhas marrons, onde o único verde é dos cactos. São montanhas enormes! Surgem vilarejos no meio das montanhas, é tudo muito diferente de tudo que eu já tinha visto.</p>
<p>Chegando em Tilcara fiquei maravilhado. É uma cidade bem pequena parecida com os vilarejos que passamos. Todas as casas têm a mesma aparência (cor de barro) e parece que estamos num corredor de montanhas, todos os lados que você olha você as enxerga. É lindo.</p>
<p>Tirei mutias fotos da cidade.</p>
<p>Chegamos por volta das 14h30 e fomos procurar lugar pra ficar. Por indicação do livro fomos ao hostel Malka que fica num lugar maravilhoso mas longe do centro. O hostel é bem bonito e parece ter uma ótima estrutura (e bons preços), porém estava lotado.</p>
<p>Partimos para a segunda opção, posada Con Los Angeles que foi indicação do <a href="blog.cybershark.net/poka/">Poka</a>. Uma opção um tanto mais cara que o hostel, mas ao chegar ficamos impressionados com a beleza do lugar (além da indicação de que o vinho deles era muito bom hehehe). </p>
<p>Deixamos as coisas na Pousada e fomos dar mais uma volta a pé pela cidade, paramos para comer e assistimos um grupo de música andina em um restaurante (comemos Empanadas e Tamales).</p>
<p>Amanhã continuamos em Tilcara, devemos explorar a região (e subir até Humahuaca). </p>
<p>Subimos mais fotos para o <a href="http://www.flickr.com/brunogola/">Flickr</a>, acompanhe pois este trecho, na minha opinião, foi o mais bonito até agora.</p>
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		<title>07/01 Monte Quemado -&gt; Salta</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 00:46:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Gola</dc:creator>
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		<category><![CDATA[pt-br]]></category>
		<category><![CDATA[ruta 16]]></category>
		<category><![CDATA[ruta 34]]></category>
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		<description><![CDATA[Levantamos às 6h e fomos pra estrada, seguimos pela ruta 16 com muita chuva e muitos buracos. Continuamos com a companhia dos pássaros loucos. Muitos, MUITOS buracos e muita MUITA chuva. Vimos algo que parecia como 1km² de gado. Sério, um colado no outro, não tinha como eles se moverem. Segundo a Gabi aquilo provavelmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamos às 6h e fomos pra estrada, seguimos pela ruta 16 com muita chuva e muitos buracos. Continuamos com a companhia dos pássaros loucos. Muitos, MUITOS buracos e muita MUITA chuva. Vimos algo que parecia como 1km² de gado. Sério, um colado no outro, não tinha como eles se moverem. Segundo a Gabi aquilo provavelmente significava também 1km³ de <strong>gases</strong>, pois o odor era tenso.</p>
<p>Hoje também acertamos um dos pássaros malucos na estrada, coitado.</p>
<p>O retão continuou por uns <strong>250km</strong> até que a chuva parou. Começamos a subir um pouco e ver mudanças na paisagem. A vegetação foi mudando até que vimos a primeira sombra de uma montanha, bem ao fundo. Obviamente fiquei feliz e a Gabi tirou fotos! =D</p>
<p>A ruta 16 termina na ruta 34, que é bem melhor, pista dupla e sem nenhum buraco. Pegamos a direita sentido ruta 9 e Salta. Nessas rutas (9 e 34) subimos mais de 800 metros para chegar aos 1200m de altitude de Salta. Chegamos às 12h30 e fomos dar uma volta para procurar um lugar para ficar. Seguimos as dicas do livro &#8220;<em>Guia do Viajante Independente na América do Sul</em>&#8221; e depois de rodar por alguns hoteis e hostels, escolhemos o hostel <em>Terra Oculta</em> que fica bem próximo do centro e da avenida principal. </p>
<p>O hostel é barato e tem quartos de casal, de quatro e de oito pessoas. A diferença de preço é insignificante e todos são com banheiro compartilhado. O atendimento é muito bom, vale muito a pena. Tem internet boa, café da manhã (desayuno) e estacionamento.  E este foi o hostel/hotel mais barato que visitamos. =D</p>
<p>Salta é uma cidade bem bonita no centro, e muito turística. Ouvimos todo tipo de idiomas por aqui, mas não encontramos brasileiros por enquanto. Almoçamos bem e visitamos o museu de arqueologia de alta montanha e agora estamos no hostel descansando um pouco para aproveitar a noite de Salta =D</p>
<p>Amanhã devemos seguir para Jujuy e Tilcara.</p>
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		<title>06/01 Corrientes -&gt; Monte Quemado</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 23:57:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Gola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem não tivemos como acessar as internets, então ficou pra hoje o relato. Estou subindo mais algumas fotos também (aproveitando que a internet aqui do hostel é boa ). Ontem fizemos &#8220;apenas&#8221; 490km. Fizemos também a nossa primeira mudança de planos. Como estávamos muito cansados depois do dia puxado de propina, retas e muito calor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ontem não tivemos como acessar as internets, então ficou pra hoje o relato. Estou subindo mais algumas fotos também (aproveitando que a internet aqui do hostel é boa  <img src='http://blog.brunogola.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> ).<br />
</em><br />
Ontem fizemos &#8220;apenas&#8221; <strong>490km</strong>. Fizemos também a nossa primeira mudança de planos. Como estávamos muito cansados depois do dia puxado de propina, retas e muito calor achamos melhor descansar bem em Corrientes antes de continuar a viagem, acordamos tarde e o plano de seguir para Salta (800km+-) no mesmo dia ficou de lado, resolvemos parar na que parecia ser a maior cidade no meio do caminho, Monte Quemado.</p>
<p>A estrada que liga Corrientes a Monte Quemado é a Ruta 16, praticamente uma reta sem fim que atravessa a Província del Chaco. Além de reta sem fim (o que ja a torna chata) a paisagem não muda. São praticamente 800km de retas, plano e com a mesma paisagem (e alguns campos de girassóis). </p>
<p>A única distração dessa estrada são os animais. Muitos pássaros pela rodovia. Não voando por ela, mas NA ESTRADA. Sim, você tem que praticamente desviar deles. Eles ficam esperando o carro chegar bem perto para levantar vôo. Outros animais também dão as caras pela estrada como vacas, cabritos, porcos e cachorros. Alguns deles ficam no meio da estrada sentados e só saem se você buzina para eles. Folgados!</p>
<p>Depois de percorrer os 490km de tédio, chegamos a Monte Quemado. é Uma &#8220;quase cidade&#8221;, deve ter menos de 10.000 habitantes, não tem lugar para comer e o hotel que ficamos que aparentava ser o melhorzinho do lugar tinha aranhas pelo quarto além de um banheiro sujo. </p>
<p>A impressão que fica dessa região é que é tudo muito pobre e abandonado. Enfim, Resolvemos deitar cedo para pegar a estrada o quanto antes e finalmente ir para Salta.</p>
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		<title>05/01 Santa Terezinha -&gt; Corrientes (Arg)</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 14:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Gola</dc:creator>
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		<category><![CDATA[pt-br]]></category>
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		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos em Corrientes, cidade quente pra @&#*$. Nossas tentativas de CouchSurfing em Corrientes não foram respondidas, portanto estamos hospedados no hotel San Martin, perto do centro da cidade. Hoje dirigimos 680km, passando por Foz do Iguaçu e Posadas (já na argentina). Cruzamos a fronteira por volta das 13h00 pois acordamos tarde e resolvemos tomar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos em Corrientes, cidade quente pra @&#*$. Nossas tentativas de CouchSurfing em Corrientes não foram respondidas, portanto estamos hospedados no hotel San Martin, perto do centro da cidade.</p>
<p>Hoje dirigimos 680km, passando por Foz do Iguaçu e Posadas (já na argentina). Cruzamos a fronteira por volta das 13h00 pois acordamos tarde e resolvemos tomar um bom café da manhã em Foz. Alias o café merece destaque: pão com ovo e queijo quente pra mim, misto quente com ovo pra Gabi e assim seguimos felizes =)</p>
<p>O caminho todo na Argentina fizemos pela Ruta 12, passando por Posadas. A estrada é muito boa (asfalto impecável) e são poucos pedágios, porém pista simples todo o caminho. </p>
<p>Após a fronteira tivemos contato com os famoso policiais argentinos. Famosos pela propina que cobram de quem vem do Brasil. O guarda que nos parou foi muito simpático e sorriu quando dissemos que íamos para Salta, Jujuy e depois para San Pedro de Atacama, porém na segunda parada tivemos um péssimo encontro. Eu estava dirigindo, o guarda nos parou e disse que eu estava muito rápido e que passei a mais de 40km/h num radar logo &#8220;ali atrás, no trevo&#8221;. O legal é que todas as placas da rodovia indicavam 60km/h ou 80km/h.</p>
<p>Fingi que não sabia de nada e ele me disse que deveria pagar na cidade uma multa muito cara por essa infração. Eu fiz que sim e pedi os documentos, aí ele disse que poderia facilitar minha vida pois se eu fosse pagar a multa na cidade o carro teria que ficar la com ele, portanto ele me &#8220;ofereceu&#8221; que eu pagasse a multa ali mesmo, por apenas 100 pesos argentinos (que na cotação dele valiam 100 reais). Eu disse que preferia pagar na cidade, mesmo que o carro ficasse preso por um dia, na esperança de ele me liberar. Mas não, o cara me chamou pro carro dele e falou que me levava até a cidade, pois eu poderia me perder. Além disso quando perguntei sobre onde eu devia pagar a multa ele disse que não adiantaria perguntar pela prefeitura porque ninguém conhecia a prefeitura, deveria perguntar pelo local onde se paga multas.</p>
<p>Neste momento tive que escolher entre ir com ele e o amigo dele na viatura até sei la onde e deixar a Gabi no carro sozinha na estrada ou pagar ali mesmo. Pagamos a propina e em 3 minutos estavamos liberados. Isso nos deixou bastante tristes e decepcionados. </p>
<p>Depois desses policiais a Gabi dirigiu até Corrientes e passamos por outros policiais. O engraçado é que com ela no volante eles nos paravam e apenas desejavam boa viagem e boa &#8220;vacaciones&#8221;, mesmo quando passamos por uma barreira policial com o farol apagado (andar com o farol aceso mesmo durante o dia é obrigatório na argentina). Sexismo pouco é bobagem =P</p>
<p>O resto da viagem foi um tanto cansativo, como esses argentinos gostam de retas! Foram 300km de retas com pouquíssimas curvas (a Gabi dirigiu esse trecho, coitada! <img src='http://blog.brunogola.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> ). </p>
<p>Chegamos em Corrientes as 21h30 +- e fomos direto procurar um hotel, enquanto isso achamos um restaurante (ou Parrillaria) bonitinho e resolvemos parar. A melhor coisa que fizemos! Que delícia de carne e vinho. E tudo bem barato (pensando na conversão real->pesos). Depois do jantar pedimos informações sobre hoteis, o hotel indicado estava lotado, o do lado não tinha garagem e então viemos parar no San Martin, num quarto com camas de solteiro pois os outros estão lotados.</p>
<p>Estou subindo algumas fotos pro <a href="http://www.flickr.com/brunogola">flickr</a>, espero que de certo!</p>
<p>Hasta! =D</p>
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